• Prefeitura de Acrelândia

Lançamento da Coordenação Municipal de Políticas para as Mulheres de Acrelândia

Em Acrelândia a gestão "Desenvolvimento, Trabalho e Paz" leva a política para as mulheres bastante a sério, acredita na mulher e em tudo que ela representa, família, união, amor, emoção, esperança, justiça, carinho, e a única capaz de gerar novas vidas ! Por tudo que representa e pela sua importância na sociedade, protegê-las e zelar pelo seu bem estar, é obrigação das autoridades, órgãos públicos e da sociedade.


Nesse contexto e intuito, ocorreu hoje (17/05) as 9 horas na Quadra do Calçadão de Acrelândia, o Lançamento da Coordenação Municipal de Políticas para as Mulheres de Acrelândia: Sejamos Fortes e Corajosas.


A Coordenação Municipal de Políticas para as Mulheres juntamente com a Secretaria Municipal de Assistência Social de Acrelândia, tem por finalidade fomentar a implementação de políticas públicas que visem à equidade de gênero, a eliminação de qualquer forma de discriminação e de violência contra a mulher, assegurando-lhe a plenitude de seus direitos, sua participação e integração no desenvolvimento econômico, social, político e cultural. Assim, a Coordenação de Políticas para a Mulher trabalha para garantir que as diferentes esferas de Poder articulem e coordenem suas ações e políticas, fortalecendo e dignificando a cidadania das mulheres, realçando a importância de se respeitar o gênero, a etnia, a orientação sexual e religiosa, reforçando os laços entre os cidadãos e o Governo para a construção de uma sociedade mais justa, mais solidária, mais fraterna e mais humana.


Durante o evento foi debatido o papel da mulher dentro da temática: Sejamos Forte e Corajosas, pois ainda há muitos avanços a serem conquistados pelas mulheres. Um dos problemas levantados, ainda vividos pelas mulheres na sociedade é a questão da violência. Apesar de existirem leis específicas “Lei Maria da Penha” e as Delegacias da Mulher em algumas localidades, ainda são numerosos os casos de agressões no ambiente domiciliar, assédio, estupro, assassinatos e outros. Isso sem falar no monitoramento social constante sobre as atitudes e o corpo da mulher, que são cada vez mais cercados de “regras” e posturas morais que muitas vezes privam os direitos e as liberdades individuais.